Dra. Amanda Furtado se arriscou na Biomedicina Estética para fazer aquilo que ama

“Por mais que você tenha medo, tem que se arriscar, senão nunca vai ter melhoria” A Dra. Amanda Furtado aproveitou uma demissão inesperada para dar um novo rumo em sua carreira através da Biomedicina Estética. Ela conta que sempre gostou da área da saúde, por isso escolheu fazer a graduação em biomedicina, “Eu comecei a […]
Dra. Amanda Furtado - Biomedicina Estética

“Por mais que você tenha medo, tem que se arriscar, senão nunca vai ter melhoria”

A Dra. Amanda Furtado aproveitou uma demissão inesperada para dar um novo rumo em sua carreira através da Biomedicina Estética. Ela conta que sempre gostou da área da saúde, por isso escolheu fazer a graduação em biomedicina, “Eu comecei a fazer essa faculdade porque eu gostava da área da saúde,  eu sempre gostei muito”.

Mesmo antes de conquistar o diploma, a Dra. conseguiu um estágio na área, e atuava na triagem do laboratório. Com a prática, a estudante foi evoluindo e conseguiu ser contratada para trabalhar na área de microbiologia, mas por conta da pandemia foi demitida.

Sem conseguir emprego em sua área, e recém-graduada, a futura especialista começou a se perguntar o que poderia fazer para mudar a realidade que estava vivendo. A solução não foi rápida, mas com certeza assertiva.

Trabalhando fora de sua área, na empresa de seu pai, ela viu na estabilidade uma oportunidade para dar início a uma nova carreira, “Eu não gosto de escritório,, cliente reclamando,  é muito chato pra mim, então comecei a pensar em como voltar pro mercado”.

Uma nova porta se abriu

Dentre as opções na área da saúde, a que mais chamou a atenção da Dra. Amanda foi a especialização em Biomedicina Estética, principalmente pelos benefícios que a carreira proporciona. “Eu queria algo na área da saúde que pudesse me proporcionar flexibilidade de horário, e encontrei a Biomedicina Estética”, afirma ela.

Depois de muita pesquisa sobre os programas de pós-graduação, a Dra. encontrou uma IES que atendia às suas necessidades, e conta que o método de ensino híbrido fez toda a diferença para sua especialização, ”Na minha cidade não tem, e como o Nepuga disponibiliza pós com as aulas online e somente as práticas de modo presencial, foi muito interessante  pra mim”.

A residente de Indaiatuba, interior de SP, iniciou a pós-graduação ainda em 2021, e já está cursando a vivência clínica. Mesmo realizando suas primeiras aulas práticas, a Dra. afirma que já tem o desejo de atender pacientes e empreender futuramente. 

A mudança para a Biomedicina Estética

A maior frustração da Dra. Amanda foi estar em uma rotina de trabalho que não se identificava, conta ela: “Quando você faz algo que não gosta, acaba indo empurrado todo dia, e agora por mais que eu esteja no mesmo trabalho, eu lembro que estou realizando a pós e tudo vai mudar, assim consigo me manter mais animada”.

Nesse sentido, a pós-graduanda acredita que atuando Biomedicina Estética o retorno financeiro será bem maior, “Trabalhando em laboratório o retorno não é bom, você tem que cumprir seu horário ali certinho, não recebe muito bem, principalmente se for durante o dia, a noite você até ganha um adicional, mas não era o meu caso”.

Com muitos profissionais da biomedicina migrando para a Saúde Estética, a Dra. fica cada vez mais motivada a atuar na área. “Pelo que eu vejo, a pós de estética tem muita procura pelos benefícios financeiros, mas o que mais me motiva também é a flexibilidade, poder montar minha agenda”.

Outro motivo que impulsionou a mudança de área da profissional foi o ambiente de trabalho. Cansada de trabalhar em uma atmosfera triste, a especialização proporciona uma nova realidade de trabalho. 

“Eu trabalhava em laboratório de hospital, isso é triste as vezes, ninguém vai até lá porque quer, as pessoas estão mal e são obrigadas a ir. Então eu quero trabalhar com alguma coisa que as pessoas se sintam bem, eu quero esse tipo de rotina, e a estética proporciona um ambiente muito mais leve”, explica ela.

Fazendo jus ao ditado que diz: Trabalhe com aquilo que ama, e nunca tenha que trabalhar, a Dra. Amanda diz que nunca tinha tido essa visão até passar por essa experiência. “Eu achava que era bobeira isso de trabalhar com o que a gente gosta, mas quando você começa a ter que acordar cedo todo dia pra ir fazer algo que não gosta, começa a pesar. Nunca é fácil, mas quando você vai trabalhar sabendo que faz algo que gosta, fica muito mais leve”.

Por isso, o conselho que a futura Biomédica Esteta deixa aos seus colegas de profissão que estão pensando em mudar de área é se arriscar em busca daquilo que amam. “Por mais que você tenha medo, tem que se arriscar, senão nunca vai ter melhoria”, finaliza ela.

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