Biomédica Esteta em São Paulo superou muitos desafios para se especializar na profissão

Tem uma história de uma biomédica esteta em São Paulo que você precisa conhecer. Ela precisou vencer desafios para se tornar especialista.

O que você faria para realizar o sonho de atuar em uma área que gosta muito? Essa biomédica esteta em São Paulo superou vários desafios durante a caminhada, como o tradicionalismo de uma faculdade focada na pesquisa e até mesmo a morte do pai, que dava suporte financeiro.

O nome dela é Rafaella Gomes Bergstrom. E a história abaixo foi contada durante uma aula de vivência clínica da pós-graduação em Biomedicina Estética. O que impressiona é a superação e a coragem que a profissional da saúde precisou ter para chegar até esse dia. Veja os detalhes!

Da genética para a estética em um piscar de olhos

Rafaella Bergstrom confessa que entrou na faculdade com o objetivo de ir para a área de genética. De fato, esse é um dos caminhos mais comuns da biomedicina no nosso país. “Para ser muito sincera, eu nem sabia muito da área da estética”.

Só que em um piscar de olhos, ainda quando estava no 2º ano de faculdade, ela começou a notar um movimento bem diferente na sua universidade. “Via as veteranas fazerem algumas pós-graduações nessa área e eu pensei que seria bem interessante para mim também”.

A partir desse momento, o que ela fez por pesquisar muito sobre essa alternativa de especialização que não era muito comentada no ambiente estudantil do qual fazia parte. Ela diz que as disciplinas e toda a gestão universitária era muito focada na área da pesquisa.

Mas, comecei a acompanhar a estética mais afundo. Quando fui ver como surgiu a especialização, encontrei o Nepuga e toda a história da Ana Carolina Puga. Quando eu notei, já estava totalmente apaixonada por esse mundo”.

O preconceito foi um dos primeiros entraves. “Então, sempre teve aquela coisa de que não fazia sentido cursar biomedicina para fazer estética. Só que nessa altura eu já estava convicta da minha decisão e respondia para as pessoas que sim, iria para a estética”.

Da faculdade para a área comercial por um momento

Apesar da convicção da biomédica esteta em São Paulo, o que ela não sabia é que a sua vida poderia mudar a qualquer instante. E isso aconteceu durante a pandemia da Covid-19, quando ela perdeu o pai e, com ele, todo suporte financeiro que tinha para custear a pós-graduação.

No entanto, eu não consegui ir direto para a especialização após a graduação porque nesse meio tempo tive o falecimento do meu pai por conta da Covid-19. Então, eu fiquei um tempo sem dinheiro e comecei a pensar o que eu precisaria fazer para seguir em frente”.

Nesse momento, a Rafaella estava muito interessada na estética. Porém, sem dinheiro, o que eu faria para pagar a pós-graduação? “Fiquei um tempo em casa até que consegui ir para a área de análises clínicas, que era a minha habilitação e tudo mais”.

O problema é que ela não conseguiu continuar nesse trabalho, ainda que o objetivo fosse se estabelecer financeiramente. “Não estava dando certo porque o dinheiro não dava para me sustentar e pagar a pós. A minha saída foi ir para a área comercial”.

Por um instante, ela precisou enfrentar mais uma barreira da sua jornada profissional: deixar a carreira de biomédica de lado. E isso também exigiu da biomédica esteta muita coragem e foco. Foco para não perder o objetivo de vista: a estética!

Na área comercial, mas com um pezinho na estética

Por coincidência, sorte, destino ou qualquer outro motivo que você quiser acreditar, o fato é que ela conseguiu um emprego na área comercial só que dentro de uma clínica de estética. Assim, a biomédica esteta em São Paulo atuaria como consultora de vendas e isso abriu diversas portas.

Até porque eu não poderia atuar ainda como biomédica. Mas, eu queria entrar, de qualquer jeito, nessa área para começar a aprender. Como consultora de vendas, a minha missão era vender os procedimentos estéticos. Além dos pacotes de serviços e das avaliações dos pacientes. E a partir disso, comecei a me entusiasmar mais com a área porque comecei a entender mais das pacientes, da vida delas”.

E essa foi uma etapa importante na vida da Rafaella porque incendiou todo sentimento que ela tinha sobre a estética. “É incrível você estar trabalhando com a autoestima de alguém. Você acaba trabalhando com a saúde mental da pessoa”.

biomédica esteta em São Paulo

Nesse trabalho, a maior certeza que ela teve era a de que iria mesmo se especializar na estética. “Dá para ver a transparência dessas pessoas para com o profissional da saúde. O meu objetivo não era só vender, mas ser assertiva com as clientes. Foi uma experiência incrível”.

Neste momento, vale a pena mencionar uma parte da história da biomédica esteta em São Paulo que faz muito sentido: “Já tive problemas com a autoestima afetada. A minha mãe já foi miss e eu sempre fui meio desleixada. Eu era o retrato daquela criança moleca, sabe”?

Por isso, ela comenta que hoje consegue entender tão bem as pacientes que buscam esses tratamentos estéticos. “Foi com o tempo que eu fui criando essa ideia do autocuidado. Então, começar a gostar de mim foi muito difícil. Por outro lado, isso foi bom porque eu comecei a me ver nessas pessoas. Eu quero ajudar elas, como eu queria que alguém me ajudasse”.

O início da pós-graduação em estética

Aí entra uma próxima curiosidade: a biomédica esteta em São Paulo já acompanhava as veteranas que optaram pela estética também. “No mínimo, umas três pessoas da minha faculdade, que eram de turmas mais antigas, estavam fazendo a pós dessa instituição”.

Então, esse foi outro impulsionador e motivador para a tomada de decisão da biomédica. “Até hoje eu acompanho essa evolução na carreira que elas tiveram. E eu fico encantada. Aquela coisa de eu queria muito ser como você quando crescer”.

O resultado é que hoje em dia, ela adora estar nesse ambiente de estudos, especialmente nas aulas de vivência clínica. “É o tempo inteiro conhecendo gente, turmas, procedimentos. Isso agregou muito para mim. E tem amizades que eu criei aqui. Com certeza, eu não aprenderia sozinha. Inclusive, não aprenderia só com aula. A vivência é muito importante

Ela garante que é uma área que vale a pena. “Também tem aquela coisa do prestígio financeiro, mas isso não vai adiantar nada se você não gosta do que você faz. Eu recomendo que todo mundo que venha para essa área, venha com amor e com essa preocupação com o outro”.

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